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sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Tomate e Colesterol

Segundo um recente estudo um suplemento natural baseado em licopeno - antioxidante presente essencialmente no tomate e que lhe confere a cor vermelha, pode actuar como protector do coração, uma vez que parece diminuir o colesterol LDL que está acumulado nas artérias.

A equipa de investigadores testou o ateronon, assim é chamado, em 150 individuos com doenças do coração e verificou que a toma diária do produto consegue reduzir a acumulação do mau colesterol nas artérias destes individuos.

Peter Kirkpatrick, um dos elementos da equipa afirma que este produto poderá ser mais eficaz que as estatinas para baixar os níveis de mau colesterol.
Até lá, muita pesquisa há a fazer, contudo, fica mais um argumento em defesa da dieta mediterrânea rica em frutas e legumes com especial destaque para o tomate.

terça-feira, 2 de junho de 2009

Alimentação Mediterrânea - Princípios


É um tema muito importante e que pretendo desenvolver com maior rigor, contudo, e por agora deixo ficar alguns dos princípios desta dieta, (ainda que sinteticamente):
  • 4 a 5 refeições diárias;
  • Ambiente tranquilo;
  • Elevado consumo de pão, cereais e leguminosas;
  • Elevado consumo de hortícolas e frutos;
  • Preferência pelo azeite;
  • Baixo consumo de lacticínios;
  • Consumo moderado de ovos, peixe e carne de criação;
  • Bebidas eleitas: chá, infusões e vinho tinto;
  • Culinária simples;
  • Alimentação distinta entre os dias "normais" e os dias de festa.

segunda-feira, 25 de maio de 2009

A Dieta Mediterrânea e a Saúde Cardiovascular

De acordo com uma meta-análise de 146 estudos prospectivos de coorte e 43 ensaios controlados e randomizados publicados entre 1950 e 2007, publicada durante este ano, a dieta Mediterrânica, caracterizada pela sua riqueza em ácidos gordos ómega-3, vitaminas C, E e folato, é o único padrão alimentar, dos vários disponíveis, ao qual está associado um menor risco de doença cardíaca.

De acordo com os resultados do estudo, encontraram-se associações entre o consumo de ácidos gordos ómega-3, de folato, de cereais integrais, de fruta, de fibra e de vitaminas, designadamente, vitaminas E, C e beta-caroteno e a redução do risco de doeça cardíaca. Associado aos ácidos gordos trans e aos alimentos com elevado índice glicémico foram encontrados efeitos nefastos na saúde cardiovascular.

Fonte do Artigo: Archives of Internal Medicine. 2009. 169(7): 659-669.